banda de rap-rock.blog com música underground,ativismo e senso crítico.

sexta-feira, setembro 30, 2005

o VMB de Rick Bonadio...

falaê,bondão.

ontem,chego em casa da minha aula estafante (vida de professor não é mole) e colo no sofá com minha Itaipava (vida de durango não é mole) e boto na mtv para assistir a premiação do canal:o VMB.bom show de Los Hermanos,Ultraje, Cachorro Grande e outros,mas os que concorrem nas categorias...
vejamos a categoria rap,por exemplo.o que toca de rap na mtv?quem o Thaíde leva pra lá?algumas pessoas boas,mas um Parteum,um B32,um Slim Rimografia não rolam lá.e não existe essa desculpa de que não possuem clipes:o Parteum tem e já vi,nas antigas,várias apresentações no programa.
bom,enfim.tirem suas próprias conclusões.
agora,vi várias pessoas que ganharam o prêmio agradecendo ao tal Rick Bonadio.putz,que bolação que me dava.o Leela,o CPM e outros fizeram isso e posso estar muito enganado.mas parece que é "vendeção" de alma.
tantas bandas boas que vejo que não aparecem lá...e só constam para a massa essas bandas produzidas por algumas poucas pessoas.destaque para o Autoramas, que mesmo independente tá lá e mandou bem,assim como o Wander Wildner.
agora a grande maioria ali...
bom,depois escrevo mais.

Flávio.

segunda-feira, setembro 26, 2005

meu tempo é hoje...

olá,rapaziada.

tempo de ostracismo no blog,viajei.literalmente,aliás.tava em Recife,terra boa,cidade linda.e também em Olinda,cidade cujo nome é auto-explicativo,tamanha a beleza e a quantidade de cultura nessa região.
nesse tempo,a Intifada fez um show.foi no Sesc Ramos,num projeto chamado Amostra Grátis. como o vocalista estava viajando,tocaram sem mim (o que não faz lá muita diferença,é bem verdade...) e levaram Esquadra Armada + Come Together,com a participação do nosso amigo Magú na guitarra.sempre bom tocar com amigos,pena que perdi essa.
fiquei uma semana longe da urbanidade insana carioca e fui conviver com o ar dessas duas cidades.minha família lá é muito pobre e minha visão dessas cidades é um tanto quanto underground.quem conhece um pouco sobre o manguebeat sabe que é do subúrbio que sai a manifestação cultural: o maracatú,o frevo, a ciranda,o côco.e é engraçado que as pessoas ditas "undergrounds" do eixo Rio-Sp conhecem Chico Science,Mundo Livre,Mestre Ambrósio e Cordel, mas não se interessam pelas pessoas que inspiraram essas bandas, como Mestre Salustiano, Selma do Côco, Lia de Itamaracá, maracatú Piaba de Ouro, Nação Pernambuco e outros fodassos de lá.
aprendi e refleti muito nessa viagem.vi muita coisa,muita desigualdade e iniquidade.vi muita força no povo oprimido.mas também vi fraqueza,vi gente que se acomoda.mas vi muita muita muita gente que batalha como poucos.(re) vi que em muitos lugares o braço do Estado presente é somente a polícia.vi a merda que é faltar água constantemente,regularmente e não ser mais surpreendente.vi as várias alternativas tomadas por várias pessoas pra burlar o sistema opressor: bebida muita,alienação total,futebol e outras mais.vi o machismo entranhado de forma nociva,de forma normal a mulher se estrupiar toda e o cara ter sempre a preferência,mesmo sem ser homem.só o ser homem fisiológico basta.vi muita mulher forte pra tudo,mas fraca para enfrentar o macho.uma semana em que (re) aprendi muito sobre educação,sobre Paulo Freire e sobre várias pessoas que lutam contra essa educação vigente e burrificadora.
não que eu nunca tenha vivenciado algo daí de cima ou nunca tenha tido noção.mas é sempre "bom" reforçar essas coisas na mente,para que não possamos esmorecer frente ao fato do como ser difícil resistir.
ah,e teve praia e muito lugar bonito também.
abraço e,de volta,

Flávio.

quarta-feira, setembro 14, 2005


EZLN. Posted by Picasa

segunda-feira, setembro 12, 2005

o EZLN,festivais...

olá,bondão.

esse blog não tá com muitas atualizações,nos desculpem.a Intifada tá de molho.a correria pessoal dos 4 tá foda,mas não pensem que estamos de bobeira.tá tudo encruando,e então melodias novas e letras novas tão surgindo,já já mais material bom para gravação.
e estamos inscritos em 2 festivais no momento.um é o oi tem peixe na rede, que tá reunindo várias bandas amigas nossas e a votação já começou.se você curte a Intifada e é nosso amigo,acessa o link abaixo e vote na gente:
http://www.oitempeixenarede.com.br/index.php?op=1&id=605
aliás,quem não é nosso amigo pode votar também!
outro festival em que estamos inscritos é o do Entropia convida, festival feito por uma trupe muito da responsa e que quando tivermos mais detalhes,coloco aqui.
no mais,um texto muito legal sobre o EZLN,exército zapatista de libertação nacional, movimento mexicano de resistência indígena.quer saber mais?acessa o link ali do lado.
sobre o texto,é o seguinte:o presidente do time de futebol da Inter de Milão, Massimo Moratti, convidou o EZLN para uma partida amistosa de futebol,com a renda a ser revertida para o movimento.esta carta então é uma resposta para o presidente da Inter.é longa, mas muuuuuito boa.vale a pena de ser lida até o final e ela é escrita pelo líder do Exército Zapatista,o Subcomandante Marcos.
vai abaixo.a tradução não tá das melhores,mas dá pra entender legal a mensagem.
longa vida ao EZLN.e à Intifada também.
abraço,

Flávio.


25 de Maio do 2005
Para: Massímo Moratti, Presidente do F. C. Internazionale de Milano.
Milão, Itália.
De: Subcomandante Insurgente Marcos. EZLN. Chiapas, México.
Dom Massimo: Chegou a nós a carta na que nos comunica que sua equipe de futebol, o F.C. Internazionale, aceitou o desafio fraternal que lhes fizemos. Agradecemos-lhe o tom amavel de sua resposta e a honesta disposição. Através dos meios de comunicação, inteiramo-nos das declarações de diretores, corpo técnico e jogadores do Inter. Todos são mostras mais da nobreza de seus corações. Saiba você que nos alegramos por tê-los encontrado em nosso já longo caminho e que é uma honra para nós ser uma parte da ponte que une duas terras dignas: Itália e México. Comunico a você que além de porta-voz do EZLN, fui designado por unanimidade Diretor Técnico e encarregado de Relações Intergalácticas da seleção zapatista de futebol (bom, na realidade ninguém mais quis aceitar o trabalho). Nesse caráter, talvez deveria eu aproveitar esta carta para avançar na concretização de detalhes sobre o confronto.

Por exemplo, talvez lhe proporia que, ao invés de que o encontro futebolístico se limite a uma partida, sejam 2. Uma no México e outra na Itália. Ou seja, uma de ida e uma de volta. E que em ambos se disputasse o troféu conhecido mundialmente como "O Pozol¹ de Barro". E talvez lhe proporia que o jogo no México fosse, com vocês de visitantes, no Estádio Olímpico México 68, em CU, no DF, e que o arrecadado na bilheteria fosse para os indígenas deslocados pelos paramilitares nos Altos de Chiapas. Ainda que, claro, então teria eu que mandar uma carta à comunidade universitária da UNAM (ou seja alunos, professores, pesquisadores, trabalhadores manuais e administrativos) para pedir-lhes que nos emprestassem o estádio, não sem antes prometer-lhes solenemente que não lhes pediríamos que guardassem silêncio... para depois impor-lhes a palavra de Dom Porfirio.
E talvez lembraríamos que, já que já estariam em México, jogássemo-nos outra partida em Guadalajara, Jalisco, e que a bilheteria fosse para apoiar juridicamente aos jovens altermundistas presos injustamente nos cárceres dessa província mexicana, e aos presos políticos que há em todo o país. O transporte não seria problema porque li que alguém aqui no México, generoso como sempre, ofereceu seu apoio. E talvez, se você está de acordo, para as partidas no México, o EZLN se dirigiria no seu momento a Diego Armando Maradona, para pedir que fora o arbitro central; a Javier O Vasco Aguirre e a Jorge Valdano, para solicitar-lhes que atuem como árbitros auxiliares (ou porta-bandeiras); e a Sócrates, meio-campo que foi do Brasil, para que estivesse como 4° árbitro; e talvez convidaríamos a esses dois intergalácticos que viajam com passaporte uruguaio: Eduardo Galeano e Mario Benedetti, para\r\n que narrassem a partida para o Sistema Zapatista de Televisão Intergaláctica ("a única televisão que se lê"). Na Itália os comentaristas poderiam ser Gianni Mina e Pedro Luis Sullo. E, talvez, para se esclarecer da coisificação da mulher que se promove nas partidas de futebol com as animadoras de torcidas e nos comerciais, o EZLN pediria à comunidade lésbico-gay nacional, especialmente a travestis e transexuais, que se organizassem e deleitassem com respeitável inovadoras piruetas nas partidas no México e, além de provocar a censura da TV, o escândalo da ultradireita e o desconcerto nas fileiras do Inter, elevassem assim a moral e o ânimo da nossa equipe. E é que não existe unicamente 2 sexos e não só existe um mundo, e sempre é recomendável que os perseguidos por sua diferença compartilhem alegrias e apoios sem deixar de ser diferentes. E, já que estamos no caminho, jogaríamos outra partida em Los Angeles, na California, EU, cujo governador (que substitui a falta de neurônios com esteróides) leva adiante uma política criminosa na contramão dos migrantes latinos. O total da bilheteria desse desafio seria dedicado à assessoria legal para os indocumentados nos USA e para encarcerar os meliantes do "Minuteman Project". Ademais, o "dream team"(time dos sonhos) zapatista levaria um grande cobertor na qual se leria "Liberdade para Mumia Abu Jamal e Leonard Peltier". ",1]

É provável que o Bush não permita que nossos modelos de passamontanhas temporada primavera-verão causem furor em Hollywood, assim o encontro se poderia deslocar ao digno solo cubano, frente à base militar que, ilegal e ilegitimamente, mantém o governo dos Estados Unidos em Guantánamo. Neste caso, cada delegação (a do Inter e a do Ezeta) se comprometeria a levar, ao menos, um quilo de alimentos ou medicamentos por cada um de seus membros, como símbolo de protesto contra o bloqueio que sofre o povo de Cuba. E talvez lhe proporia a você que as partidas de volta fossem na Itália, com vocês "donos da casa" (e nós também, porque é sabido que o gosto italiano é majoritariamente pró-zapatista). Uma poderia ser em Milão, em seu estádio, e a outra onde vocês decidam (pode ser em Roma, por aquilo que dizem que "todas as partidas levam a Roma"... ou é "todos os caminhos levam a Roma"?... em fim, tanto faz). Uma das bilheterias seria para apoiar aos migrantes de diferentes nacionalidades que são criminalizados pelos governos da União Européia e a outra para o que vocês decidirem. Mas, isso sim, nós precisaríamos, entretanto, um dia para ir a Gênova a pintar-lhe caracolzinhos à estátua de Cristóvão Colombo (nota: a provável multa por danos a monumentos deverá ser coberta pelo Inter), e para levar a flor de uma recordação ao lugar onde caiu o jovem altermundista Cario Giuliani (nota: a flor vai por nossa conta).

E, se já estamos nas Europas, poderíamos jogar uma partida na Euzkal Herria no País Vasco. Se não se pôde da "Uma oportunidade à Palavra", tentaríamos então "Uma oportunidade ao Pontapé". Nós nos manifestaríamos frente à casa principal dos racistas do BBVA-Bancomer, que tratam de criminalizar a ajuda humanitária às comunidades indígenas (talvez para distrair do processo judicial que carregam por "evasão fiscal, contas secretas, fundos de pensão ilegais, lavagem de dinheiro, contribuições secretas a campanhas políticas, subornos para comprar bancos na América Latina e apropriação indevida de bens" (Carlos Fernández-Vega. "México
Mmh... Parece que já seriam então 7 partidas (o que não está mal, porque assim disputaríamos a audiência da Eurocopa, da Libertadores e das eliminatórias para o Mundial). O "Pozol de Barro" obteria, então, quem ganhasse 4 dos 7 partidas (nota: se a equipe zapatista perde mais de 3 encontros, se anulará o torneio). Demasiados? Bom Dom Massino, tem você razão, talvez é melhor deixá-lo em 2 partidas (uma no México e outra na Itália), porque não queremos\r\n manchar muito o histórico do Inter com as derrotas que seguro lhes propiciaremos. Talvez, para equilibrar um pouco sua evidente desvantagem, passaria a você informação secreta. Por exemplo, que a seleção zapatista é mista (ou seja, que há homens e mulheres), que jogamos com botas das chamadas "mineiras" (ou seja que possuem ponta de aço, por isso se estouram as bolas), que, segundo nossos usos e costumes, a partida só acaba quando não fica em pé nenhum dos jogadores de uma das equipes (ou seja, que são da alta resistência), que o EZLN poderia reforçar-se a discrição (ou seja que os mexicanos "Bofo" Bautista e Maribel "Marigol" Domínguez pudessem aparecer no alinhamento... se é que aceitam); e que desenhamos um uniforme camaleónico (se vamos perdendo, na nossa camiseta aparecem riscas negras e azuis, confundindo ao rival, ao arbitro... e ao público). Também que temos estado praticando, com relativo sucesso, duas novas jogadas: a "marquiña avanti fortiori" (nota: traduzido a\r\n termos gastronômicos seria algo bem como um bolo de pizza e guacamole) e a "marquiña caracoliña com variante inversa" (nota: o equivalente a espaguetti com feijão da panela, porém velhos). Com tudo isto (e algumas outras surpresas) talvez revolucionaríamos o futebol mundial, e então, talvez, o futebol deixaria de ser só um negócio e seria, outra vez, um jogo divertido. Um jogo feito, como você bem o diz, de sentimentos verdadeiros. Talvez... No entanto, a presente é só para reiterar-lhe a você e a sua família, a todos os homens e mulheres em torno do Inter e ao gosto nerazzurro, o carinho, o agradecimento e a admiração que lhes temos (ainda que lhes advirto que, frente à meta, não teria piedade nem misericórdia). De todo o restante, bom... talvez... mas... ",1]

Mmh... Parece que já seriam então 7 partidas (o que não está mal, porque assim disputaríamos a audiência da Eurocopa, da Libertadores e das eliminatórias para o Mundial). O "Pozol de Barro" obteria, então, quem ganhasse 4 dos 7 partidas (nota: se a equipe zapatista perde mais de 3 encontros, se anulará o torneio).

Demasiados? Bom Dom Massino, tem você razão, talvez é melhor deixá-lo em 2 partidas (uma no México e outra na Itália), porque não queremos manchar muito o histórico do Inter com as derrotas que seguro lhes propiciaremos. Talvez, para equilibrar um pouco sua evidente desvantagem, passaria a você informação secreta. Por exemplo, que a seleção zapatista é mista (ou seja, que há homens e mulheres), que jogamos com botas das chamadas "mineiras" (ou seja que possuem ponta de aço, por isso se estouram as bolas), que, segundo nossos usos e costumes, a partida só acaba quando não fica em pé nenhum dos jogadores de uma das equipes (ou seja, que são da alta resistência), que o EZLN poderia reforçar-se a discrição (ou seja que os mexicanos "Bofo" Bautista e Maribel "Marigol" Domínguez pudessem aparecer no alinhamento... se é que aceitam); e que desenhamos um uniforme camaleónico (se vamos perdendo, na nossa camiseta aparecem riscas negras e azuis, confundindo ao rival, ao arbitro... e ao público). Também que temos estado praticando, com relativo sucesso, duas novas jogadas: a "marquiña avanti fortiori" (nota: traduzido a termos gastronômicos seria algo bem como um bolo de pizza e guacamole) e a "marquiña caracoliña com variante inversa" (nota: o equivalente a espaguetti com feijão da panela, porém velhos).

Com tudo isto (e algumas outras surpresas) talvez revolucionaríamos o futebol mundial, e então, talvez, o futebol deixaria de ser só um negócio e seria, outra vez, um jogo divertido. Um jogo feito, como você bem o diz, de sentimentos verdadeiros. Talvez... No entanto, a presente é só para reiterar-lhe a você e a sua família, a todos os homens e mulheres em torno do Inter e ao gosto nerazzurro, o carinho, o agradecimento e a admiração que lhes temos (ainda que lhes advirto que, frente à meta, não teria piedade nem misericórdia). De todo o restante, bom... talvez... mas...
Valeu, Saúde e que cedo se encontrem nos dois solos as verde-branco-vermelho que cobrem nossas dignidades.

Das montanhas do Sudeste Mexicano.
Subcomandante Insurgente Marcos

quinta-feira, setembro 01, 2005


esse cara � foda. Posted by Picasa

seminário sociedade e violência.

grande surpresa tive ontem.

ao lado do prédio em que ganho meu pão durante a semana (meu trabalho é com a Intifada e outros projetos), rolou um seminário sobre violência,sociedade e alternativas,que contou simplesmente com uma galera foda.entre elas,o Luiz Eduardo Soares (fodasso pesquisador,já foi coordenador de segurança estadual e integrou o governo Lula na mesma área) e o Marcelo Yuka, que dispensa maiores apresentações.
bom,faço parte do meio dito "acadêmico" e não tenho como fugir disso.mas é ralmente bom demais quando vão pessoas discutir questões sob outro ponto de vista,que só vem a corroborar que este meio ao qual me refiro só é mais uma peça do todo,e não O todo,como muitos pesquisadores aqui pensam.
e foi uma grande satisfação de ver e ouvir esses dois,com saberes e vivências diferentes,mas que se complementam e me fazem (re) pensar o quanto temos que nos agarrar às utopias.digo utopia pq é surreal crer que o único braço do estado que sobe no morro é a polícia, distribuindo violência e é a esta mesma polícia que recorrem pra conter a violência,num ciclo bizarro.óbvio que tudo é mais profundo que isso,mas existem contradições crassas que as pessoas evitam observar,talvez por ser desconfortável.
depois escrevo mais sobre isso.
abraço,

Flávio.

aberta as inscrições para oficina de rap.

falaí,rapaziada.

vai começar a rolar uma oficina de rap e grafite na comunidade dos Cabritos,lá em Copacabana.esse morro, pra quem não sabe,é o da Ladeira dos Tabajaras,onde a vovó X-9 delatou geral.
as oficinas vão acontecer no CEMASI de lá,bem tranquilo de chegar.é a partir das 5 da tarde neste primeiro encontro e é nesta reunião que vai ser definido coletivamente o horário oficial.
esse projeto,denominado de projeto ARTitude,é realizado pela rapaziada do hip-hop de lá,o Camicaze Crew e por mim (que além de ter me convidado pra crew),representando o Universidade Popular.pra quem não conhece esse movimento do qual faço parte,o link taí do lado.ele trabalha pelo fim do vestibular e por uma forma de acesso mais justo e mais igual à Universidade pública,não obstante trabalharmos com uma concepção diferente de educação,visando o senso crítico e à autonomia intelectual do estudante.
se quer saber mais,é só clicar ali do lado.

Flávio.