banda de rap-rock.blog com música underground,ativismo e senso crítico.

segunda-feira, agosto 29, 2005


oficina de rap! Posted by Picasa

sexta-feira, agosto 19, 2005


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terça-feira, agosto 16, 2005

o processo.

olá,amigos.

bom,em primeiro o nosso show passado...
experiência.
o show foi bom,tocamos para uma galera legal lá no Beverly Hills (Pavuna).teve uma galera que se amarrou na gente,mas o bonde queria é parada pesada,metal,Gangrena...antes da gente tocou uma galera responsa: Slipknot cover.os caras subiram de máscara e tudo,performance de respeito.e era isso que o bondão queria.
quando a gente subiu para cantar rap/rock,alguns olharam meio torto.outros se amarraram,pularam e zoaram.mas metemos pressão forte,mostramos o que é a Intifada e é isso.
próximo show: mínima idéia.quando souber,aviso.
forte abraço,

Flávio.

quinta-feira, agosto 11, 2005

mais um show,amanhã.

falaí,bondão.

amanhã rola mais um show da Intifada,lá na Pavuna.
o nome do local é beverly hills,e os shows começam a partir das dez da noite. vai rolar ainda bandas cover de Raimundos e outra cover de Slipknot.
2 dinheiros de entrada,e fica bem pertinho da estação de metrô da Pavuna.
chega lá que estaremos fechando a noite,por volta de uma da manhã.
abraço forte a todos e longa vida à Intifada.

Flávio.

segunda-feira, agosto 08, 2005

o evento,o show...

falaí,rapaziada.
o show ontem foi foda!
o evento não fica atrás.o mais legal desse Rock na Praça é que ele é underground,feito por pessoas que crêem no underground,por bandas do underground e o resultado tá sendo muito bom,muito positivo.
o coletivo da Intifada fica muito honrado de ter participado ao lado de bandas tão responsas.a Bardos,os irmãos da Blecaute,a família Vórtice e os aliados da M.A.U. não deixaram a peteca cair e levantaram a galera freneticamente.acho que nós seguramos a onda e me amarrei em ver a galera se acabando no Quando a Maré Encher (com a boa participação especial do Cacau,vocalista da M.A.U.).
o fato de levarmos várias músicas nossas e poucos covers faz a galera ficar mais introspectivas nas nossas músicas,mas vi muita rodinha e muita gente pulando à vera.bem foda isso.e muito responsa mesmo a hora em ue todo mundo levantou a mão direita, punho cerrado, na indignação frente às várias opressões em que vivemos.
é isso,há muito a ser feito e dito.
longa vida à Intifada.
abraço,

Flávio.

quinta-feira, agosto 04, 2005


doming�o agora,n�o falta pq vai ser foda! Posted by Picasa

quarta-feira, agosto 03, 2005

o coletivo da Intifada.

Coletivo, por definição, seria aquilo que compreende ou abrange muitas pessoas ou coisas; ou tudo o que lhes diz respeito enquanto conjunto.
No entanto, essa seria uma conceituação muito simplória para algo que não se limita a uma simples reunião de indivíduos.
NÃO!
COLETIVO, vai muito, além disso...
COLETIVO, na verdade, significa união não só de pessoas; mas sim de pessoas com idéias e objetivos em comum. Objetivos estes que dizem respeito não só a esse grupo, mas a sociedade como um todo.
Objetivos que refletem nossa indignação com o tratamento dispensado pelo governo e pelos mecanismos de repressão desse país à grande maioria dos seus "filhos".
COLETIVO é deixar de lado todo o materialismo, o medo, a apatia, a omissão e enxergar através das barreiras invisíveis do nosso preconceito enrustido e acomodação, para ver que existe uma realidade diferente daquelas mostradas pelas novelas de Manoel Carlos, bem como pelos modelinhos perfeitos de vida apresentados pela televisão; mas que não passam de "exageros" aos olhos de grande parte dos alienados que vivem presos em seus mundinhos que giram em torno dos seus próprios umbigos repletos de preocupações com questões de "extrema relevância" como o que se deve usar para se manter na moda?
COLETIVO é enxergar que há algo mais entre os condomínios e prédios luxuosos de frente para o mar e as belas colinas da Zona Sul do Rio de Janeiro - ou deveria dizer "morros"? - Há sim, dentro desse limite territorial espremido, toda uma população, uma cultura, que ao contrário do que muitos querem idealizar; não é diferente da minha ou da sua cultura e realidade, mas é sim, parte integrante delas. É uma comunidade que, infelizmente, se construiu desde os tempos mais remotos da colonização - se me permitem o anacronismo - como excluída, esquecida.





Estes são alguns dos fatores que contribuem para a formação do poder paralelo, da criminalidade e, conseqüentemente, da utilização de medidas repressoras. Medidas estas que visam, na maioria das vezes, garantir a relativa segurança dos nossos "modernos castelos medievais", onde os abastados procuram manter seu "Éden" imaculado e longe da barbárie; a qual assim como no período do Império Romano é constituída na alteridade. Isto é, por todos aqueles elementos que habitam o outro lado das muralhas, ou devo dizer dos condomínios, carros blindados etc.
Nesse conflito, muitas vezes, se esquece que há uma diferença gritante entre moradores de comunidades carentes, periferias e criminosos. O abuso da força repressora e o preconceito das camadas médias e altas da sociedade, entretanto, se estendem a todos os menos abastados. Sem exceção!
COLETIVO é, nesse sentido, uma luta que precisa ser travada por todos nós contra essa desigualdade, a favor do fim da concentração de renda e da segregação sócio-espacial. Uma luta para que todas as vítimas da injustiça social sejam reconhecidas como cidadãs; e não só pelos aparelhos burocráticos - o que é bem providencial em épocas de eleição - mas por toda a sociedade; podendo, então, se sentirem como tais, embora já saibamos que o são tanto quanto qualquer outro indivíduo.
COLETIVO é, portanto, dar as mãos em prol de um ideal nobre, aquele que busca, acima de tudo, a paz e a igualdade; e dessa forma procura combater e por fim aos abusos e privilégios daqueles que já gozaram tempo suficiente da impunidade, enriquecendo as custas das lágrimas de mães que perderam seus filhos para o crime, para as drogas e,muitas vezes, até mesmo para a fome.


extraído do site www.coletivox.com.br

terça-feira, agosto 02, 2005

ocupação Chiquinha Gonzaga.

sábado, 23, foi dia de festa na ocupação Chiquinha Gonzaga, localizada no centro do Rio de Janeiro. A ocupação, que tem apoio da Frente de Luta Popular (FLP), comemorou um ano de existência. O cartaz da festa dizia: "Mais uma vez mostramos que o povo unido e organizado é forte. Queremos comemorar com vocês mais essa vitória. Se morar é um direito, ocupar é um dever".
em 23 de julho de 2004 um grupo pequeno de pessoas ocupou o prédio do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), que se encontrava abandonado há 20 anos. O prédio já não tinha nem água nem luz funcionando, estava cheio de entulho, de urubus. Com disposição e organização essas pessoas conseguiram recuperar este espaço, onde moram atualmente cerca de 200 pessoas. São 68 apartamentos e uma área comum a todos/todas, no primeiro andar da ocupação, dividida entre sala de reuniões e/ou atividades de confraternização. As tarefas da ocupação são divididas em comissões de trabalho (comissão da elétrica, hidráulica, limpeza e portaria, entre outras) e as decisões são tomadas em assembléias onde todos/as moradores/as têm igual direito de participação.
O regulamento interno da Chiquinha Gonzaga proíbe qualquer vínculo partidário, preservando sua autonomia e possibilitando a convivência de diferentes posições políticas.
(extraído do Centro de Mídia Independente)

abraço forte,
Flávio.