Aí... concordo plenamente.. só acho (sobre as cotas) q deveria haver uma ajuda pra quem entra pelas cotas na universidade pq a pessoa acaba ficando meio perdida por ñ ter sido preparada anteriormente prakilo. Bom, é isso aê! Abração!
Fala Intifada. O lance é o seguinte: papo de alfândega, pois tá tudo limpeza!!! E só mais uma paradinha pra ratificar com a questão levantada no post: cor da pele não significa caráter bom ou ruim: cor da pele não indica maior ou menor grau de inteligência. A diferença tá na essência do espírito do indivíduo. É isso aí......a Intifada tem que provocar sempre, levantar questões interessantes, ser o 'espinho' na bunda do sistema 'meeermo'. Flávio, meu irmão, o lance é esse mesmo, fazer a nossa juventude acordar!!! Faço coro com vocês: VIDA LONGA A INTIFADA!!! Aquele abraço em geral.
Prezado Flávio, procurando meu nome no google descobri seu comentário sobre o artigo q escrevi no globo. As minhas objeções em relação a pesquisa de raças e ao próprio sistema de cotas não tem qq relação com minha classe social ou com uma suposta concorrência às vagas em universidades públicas. Eu estudei em universidade privada e não tenho esta preocupação em relação aos meus filhos. Minha preocupação é com o racismo. Concordo com vc quanto ao pequeno número de negros nas faculdades mais concorridas. mas se o número de negros é pequeno, o número de pobres é muito menor e é esta a questão. Transformar uma questão social em racial não resolve o problema e cria um muito pior. Acredito que a criação de cotas para pobres (de qq cor), aliadas a ajuda de custo (já que a formação nestas atividades dificulta o trabalho durante a formação e exige a compra de livros e materiais caros)e a maiores investimentos em formação básica teriam um efeito muito mais adequado e includente que as propostas atuais, baseadas na cor da pele. Quanto à sua opinião de que utilizo o holocausto como desculpa, trata-se de um preconceito seu. Vc não me conhece. Tudo q consegui foi graças ao meu trabalho, o mesmo tendo acontecido com meu pai e meu avô. Este, filho de uma família dizimada na 2a guerra, chegou ao Brasil sem um tostão no bolso e sem falar uma palavra de português, ralando vendendo tecido de porta em porta para sustentar a família (não existia bolsa família nem cheque cidadão naquela época). Assim, não usufruo de qq vantagem pelo fato de minha família ter passado pelo holocausto. Quanto à questão palestina, a discussão é mais longa e complexa mas compará-la com o holocausto é desonestidade ou desconhecimento histórico (apesar de ser um bom slogan). Atenciosamente,
4 Comments:
Aí... concordo plenamente.. só acho (sobre as cotas) q deveria haver uma ajuda pra quem entra pelas cotas na universidade pq a pessoa acaba ficando meio perdida por ñ ter sido preparada anteriormente prakilo. Bom, é isso aê! Abração!
12:20 AM
Flavioooo!!!!
www.fotolog.net/culabroe vai láááá!!!!!!!
Bjaaaaaaoooooo
6:25 PM
Fala Intifada. O lance é o seguinte: papo de alfândega, pois tá tudo limpeza!!!
E só mais uma paradinha pra ratificar com a questão levantada no post: cor da pele não significa caráter bom ou ruim: cor da pele não indica maior ou menor grau de inteligência. A diferença tá na essência do espírito do indivíduo.
É isso aí......a Intifada tem que provocar sempre, levantar questões interessantes, ser o 'espinho' na bunda do sistema 'meeermo'.
Flávio, meu irmão, o lance é esse mesmo, fazer a nossa juventude acordar!!!
Faço coro com vocês: VIDA LONGA A INTIFADA!!!
Aquele abraço em geral.
2:02 AM
Prezado Flávio,
procurando meu nome no google descobri seu comentário sobre o artigo q escrevi no globo.
As minhas objeções em relação a pesquisa de raças e ao próprio sistema de cotas não tem qq relação com minha classe social ou com uma suposta concorrência às vagas em universidades públicas. Eu estudei em universidade privada e não tenho esta preocupação em relação aos meus filhos. Minha preocupação é com o racismo.
Concordo com vc quanto ao pequeno número de negros nas faculdades mais concorridas. mas se o número de negros é pequeno, o número de pobres é muito menor e é esta a questão. Transformar uma questão social em racial não resolve o problema e cria um muito pior. Acredito que a criação de cotas para pobres (de qq cor), aliadas a ajuda de custo (já que a formação nestas atividades dificulta o trabalho durante a formação e exige a compra de livros e materiais caros)e a maiores investimentos em formação básica teriam um efeito muito mais adequado e includente que as propostas atuais, baseadas na cor da pele.
Quanto à sua opinião de que utilizo o holocausto como desculpa, trata-se de um preconceito seu. Vc não me conhece. Tudo q consegui foi graças ao meu trabalho, o mesmo tendo acontecido com meu pai e meu avô. Este, filho de uma família dizimada na 2a guerra, chegou ao Brasil sem um tostão no bolso e sem falar uma palavra de português, ralando vendendo tecido de porta em porta para sustentar a família (não existia bolsa família nem cheque cidadão naquela época). Assim, não usufruo de qq vantagem pelo fato de minha família ter passado pelo holocausto. Quanto à questão palestina, a discussão é mais longa e complexa mas compará-la com o holocausto é desonestidade ou desconhecimento histórico (apesar de ser um bom slogan).
Atenciosamente,
12:58 PM
Postar um comentário
<< Home