banda de rap-rock.blog com música underground,ativismo e senso crítico.

segunda-feira, fevereiro 21, 2005

exercício.

nada pra fazer,esperando uma amiga pra tomar cerveja,já tomando cerveja.


rimo essa pro solo,métrica torta,eu bólo,na esperta,sem estar errada ou certa e minha mente aperta, aberta, desperta, decerta que se esforça para valer o nome da Intifada, minha família e minha rapaziada na trilha que segue na rima incisa e em cima.é a galera parceira que me ensina e me faz viver,aprender e me fortalece,faz a prece,faz e acontece e segue na sina de falar o que deve ser dito,sem o dito pelo não dito,como foi o caso do cabrito do Seu Benedito,mas deixa pra lá.
vamos lá e vamos seguir na luta,na labuta,onde o forte não refuga e não faz a fuga.não se afunda no tempo,no lamento e vive o momento no tempo onde não existe mais o tempo.pedras rolam,pessoas bolam e guitarras solam, mas não nessa música,não nessa base,onde eu passo da fase de tentar ser o maioral.respeito na moral e tal,mas não existe essa de ser o tal,tal qual falamos aqui através desse MC que escreve torto,absorto e morto de cansado, estafado de tanto fazer rima.tô zoando.
faço rima no clima,seja na Lapa ou na Estudantina.como eu já disse:essa é minha sina e não pretendo parar.assim sendo,jogo palavras desconexas ao vento e meu passatempo é tentar encaixar,onde não sou o melhor e nem quero ser,só quero crescer e desenvolver e representar,pois tenho algo a dizer.
a rima é ímã.alguém já disse isso.


forte abraço.
Flávio.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Poootz!!! Sai como água hein... rs... Jorrando...
Lôko!!!
Parabéns, continue usando bem teu talento, véio...
Gus

10:46 AM

 

Postar um comentário

<< Home